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12 setembro 2006

Como antigamente


Ouvi dizer por aí que estavam para decretar o fim do sungão. Aquele que eu e quase 100% dos que usam sunga aderiram. Particularmente, não vou - nem amarrado - voltar a usar um modelo como esse do cara ao lado. Mas queria saber se tem alguém que gosta (entendo os fetiches!!! todos!!!) e que vai abolir os largões. O que você acha do look ao lado? Essa foto peguei navegando pelos blogs da vida!

Ah, e para quem concorda com o sungão, aí vai um link interessante de uns flagrantes nas praias cariocas, maior concentração de sungas por metro quadrado da América Latina.

06 setembro 2006

O melhor amigo do homem!



Estava pensando hoje com os meus botões: destino de homem que gosta de homem é ter amigas mulheres. E só. E vou explicar, usado a mim mesmo como exemplo. Sei que o tal do ciúme não é saudável. Ok! Todos concordamos. Mas como não tê-lo, se o seu namorado, rolo, ficante insiste em sair com aquele amigo que você acha deveras interessante (ou não, mas simplesmente pelo fato de ser homem já te deixa com a pulga atrás da orelha?).

Ainda não evoluí suficientemente para aceitar essas "trocas" assim de mão beijada. Assim como não seria "natural" aceitar que minha mulher, gostando eu da espécie, saísse com meus amigos sozinha. Não é questão de machismo. No caso dos hh, isso fica ainda mais improvável. Afinal, sair para jogar bola, como fazem os maridos, com outros homens, já tem cheiro de testosterona demais para tico e teco processarem.

Analisando uma situação três no mundinho. Você começa a namorar com fulano. Fulano tem n amigos de antes de você. Esses, você considera amigos, afinal (e tudo tem um senão... percebam!) eles vieram antes de você e não necessariamente tiraram proveito daquele que você chama de seu. Entram no círculo de amizade comum ou, dependendo da cabeça dos dois, saíram completamente. E aí vem aquela situação chata. Bate a saudade, a vontade de rever os amigos e botar a fofoca em dia, sair pra dançar, fazer como na época de solteiro. O outro lado, como fica? Vai junto, mesmo sem ter nada a ver? Confia e libera o outro para respirar e ver o mundo?

Pessoalmente, procuro (sei que nem sempre consigo) deixar à vontade para a escolha. Sei que é uma situação difícil, porque - dizem os livros que falam do assunto - faz parte da relação conviver com outras pessoas, arejar a mente e até conversar mesmo sobre os velhos problemas de relacionamento. Assim se chega a conclusões, se sente falta daquele que ficou em casa chupando o dedo. Assim espera-se.

Vamos mais à frente, no quesito "novos amigos". Esses aí, meus caros leitores, são os mais difíceis de entrar numa relação. Até provarem para os dois que não estã interessado em nenhum dos dois, o pobre-novo-amigo pena! A não ser que seja uma "relação aberta" (e aí é a cabeça de cada um), esta etapa do conhecimento dá trabalho. - Ah, você está com fulano no MSN? - Anda ligando para fulano? - E porque fulano deixou mensagem no seu celular?. Atire o primeiro comentário quem nunca passou por isso!

E assim eu volto a insistir: o melhor amigo de um gay - antes do cachorro - sempre será uma mulher!

03 setembro 2006

Logs: as evidências da vida moderna


Amigo do blog apareceu no msn hoje, falando que seu namorado estava praticando inglês nas horas vagas. Na verdade, era uma ironia. Queria me falar que o namorado estava de papos com uma outra pessoa e a conversa, num inglês "assim-assim", tinha ficado salva no log. Esse papo dá margens para várias interpretações e vários questionamentos sobre as evidências desta vida moderna. Até que ponto um log gravado de um desconhecido, ainda mais do outro lado do mundo, pode abalar uma relação? Até que ponto deve ser "proibido" esse tipo de escapes na internet? Já me perguntei diversas vezes sobre o assunto e não consegui chegar a uma resposta ideal.

A minha resposta, para o caso dele apenas, foi: até que ponto você confia no seu namorado e está disposto a aguentar esse tipo de situação? Neste e em todos os outros casos, para mim, a conversa é a melhor saída. Foi o que ele fez. Antes, porém, questionei o dito sobre um outro assunto, que também termina sendo pulga para mim. A privacidade. Um desmarca a caixa que salva logs, o outro vem e marca. E assim fica nessa perseguição, lendo tudo e interpretando da forma que bem quer. Já me peguei fazendo isso algumas vezes - com relação às mensagens de celular. Mas desencanei, depois de uns estresses desnecessários (um pouquinho). Acho que a confiança é algo que vem de graça. O medo de levar um chifre acaba movendo mais uma relação do que o que de fato deveria: a lealdade, o companheirismo e tantas outras coisas.

Fechando esse caso: um conversou com o outro. O outro caiu nos prantos e disse que não falou antes para não aborrecer. E que entendia perfeitamente o quanto ele estava chateado, porque em situação contrária também estaria. Choro daqui e choro de lá... Amanhã eles estarão bem, procurando novos indícios para que as coisas tenham um pouco mais de emoção. A nós, os amigos, nos basta ouvir sem tomar posições radicais, afinal, cada um sabe onde o calo aperta.

Um primeiro post...

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